Hipermetropia: o que é, sintomas, causas e tratamento ?

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O que é hipermetropia?

A hipermetropia, é um problema comum de visão, e afeta 1 a cada 5 adultos de até 70 anos. A doença pode aparecer em qualquer idade, porém, na maioria dos casos, a hipermetropia aparece em pessoas da terceira idade. A doença se caracteriza em enxergar objetos próximos que parecem borrados, mesmo quando objetos distantes permanecem claros.

O grau da doença apresentada pelo paciente influencia sua capacidade de foco. Pacientes com hipermetropia severa podem ver claramente apenas objetos a uma grande distância, enquanto aqueles com hipermetropia leve podem ver claramente objetos que estão mais próximos.

A hipermetropia geralmente está presente no nascimento e tende a ocorrer em famílias. O paciente apresenta na visão um erro de refração, uma vez que sua córnea é mais plana do que o normal e o tamanho dos olhos do paciente, também é menor.

A hipermetropia ocorre quando o globo ocular está mais curto que o normal. Em adultos com hipermetropia, objetos próximos e distantes podem ficar embaçados.

Quais os sintomas da hipermetropia?

Se o paciente estiver segurando seu material de leitura mais longe de seus olhos, a fim de vê-lo mais claramente, você pode estar desenvolvendo tal doença.

Mesmo sem estar ciente disso, o paciente pode estar se esforçando mais para manter a distância perfeita entre seus olhos e o objeto que está tentando ver. E isso pode causar problemas como:

– Fadiga ocular;
– Olhos queimando;
– Dores de cabeça constantes;
– Desconforto geral nos olhos;
– O ato de apertar os olhos para ver mais claramente.

E as causas da hipermetropia?

Em uma pessoa com visão normal, os olhos focalizam a luz diretamente na retina, ou seja, a tela na parte posterior do olho. É comum que a hipermetropia seja causada por uma córnea que não é curva o suficiente, ou por um globo ocular que é muito curto.

Esses dois problemas impedem que a luz se concentre diretamente na retina. Em vez disso, a luz se concentra atrás da retina, o que faz com que o paciente enxergue objetos borrados.

Um exame oftalmológico completo feito por um médico irá facilmente detectar hipermetropia e mesmo se o paciente não tiver sintomas de hipermetropia, é imprescindível fazer um exame e ter a certeza de como está a saúde ocular.

Os médicos especialistas recomendam fazer um exame oftalmológico e retornarem a fazer esses exames todo ano para acompanhamento.


Mas se o paciente estiver sob risco de outras patologias, como glaucoma, ou se tiver diabetes, por exemplo, os olhos devem ser examinados com mais frequência, porém, isso deverá ser orientado pelo médico.

Sobre o tratamento da hipermetropia:

O tratamento mais simples para a doença seria usar lentes corretivas, óculos ou lentes de contato, porém, outra opção para tratar hipermetropia é a cirurgia. Embora a maioria das cirurgias corretivas sejam feitas para tratar a miopia, elas também podem ser feitas para a hipermetropia.

Existem duas cirurgias para corrigir a hipermetropia, e elas são:

LASIK: neste procedimento, o médico oftalmologista primeiro abre uma aba circular em sua córnea, usando um laser, que é aplicado na córnea, com a finalidade de curvar ainda mais, para alterar sua forma e melhorar sua visão.

PRK: é uma técnica, também conhecida como cirurgia ceratorrefrativa, e é um procedimento indicado para a correção da miopia, astigmatismo e hipermetropia. A cirurgia diminui a dependência de óculos ou lentes de contato, podendo inclusive dispensar o uso.

Seguindo um desses procedimento, o médico pode inserir uma lente de contato temporária para proteger seu olho por alguns dias.

Tratando-se de complicações, ambas as cirurgias podem incluir:

Problemas de visão, como efeitos em torno de luzes;
Olho seco;
Infecção;
Cicatrizes da córnea;
Perda de visão (em casos raros).

Se o grau de hipermetropia do paciente for o suficiente para que não possa realizar uma tarefa tão bem quanto desejar, ou se a sua qualidade de visão diminuir o prazer de suas atividades, faz-se necessário consultar um oftalmologista imediatamente. O médico poderá determinar ao paciente o grau da doença e aconselhá-lo sobre as opções para corrigir sua visão.